Este é um dos "blogs" da Casa Comum das Tertúlias. Estão todos convidados a enviar textos ou notícias de actividades para o "blog". O nosso "blog" não pretende ser usado para difamar ninguém, nem para fomentar o boato. Para isso, há muitos outros que podem servir esses intentos. Em tempos de Censura, aqui estamos para exterminá-la e dar combate aos novos inquisidores.

sexta-feira, janeiro 13, 2017

Mário Soares (1924-2017)


Mário Soares: socialista, republicano e laico.

Alguns debates para a História...

Debate de Mário Soares com Freitas do Amaral, nas presidenciais de 1986, 
Mário Soares seria eleito Presidente da República à segunda volta:




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segunda-feira, junho 20, 2016

Maria José Vitorino sobre a cobertura jornalística à manifestação de sábado em defesa da escola pública...

Em defesa da Escola Pública... e dum jornalismo serio...

Enviado à Diretora do jornal O Público Excelentíssima Senhora Diretora do Público
Bárbara Reis

Muitas foram as razões que me fizeram ir ontem (18.06.2016) à manifestação em defesa da escola pública, em Lisboa. Não é sobre tais razões que lhe escrevo, mas pelos motivos que me levam a ler o jornal que dirige, e a continuar, ou não, a considerá-lo uma fonte credível.
Porque estive na manifestação, desde as 14.30 às 19.00, posso afirmar que é falsa a vossa notícia de ontem, assinada por Clara Viana. Estiveram muitos milhares de pessoas, que preencheram o espaço disponível entre a rotunda do Marquês e a praça do Rossio, em marcha lenta e ininterrupta. No mínimo, a autora da notícia esteve muito poucos minutos no início da manifestação, quando ainda não se tinha iniciado a marcha nem a concentração estava completa. Fui consultar as últimas edições do jornal, e constatei que, ao longo das últimas semanas, a mesma Clara Viana assinou várias peças jornalísticas pouco rigorosas, que insistem numa interpretação favorável a uma posição parcial sobre o tema do financiamento público de turmas em colégios privados e claramente recusam quer a investigação mais aprofundada quer o princípio do contraditório a que o jornalismo sério nos habituou no último século, e que não é claramente a escola seguida por Viana.
Sobre a manifestação de ontem, pudemos ler na edição digital: «Manifestação pela escola pública começa em Lisboa com cerca de 2000 pessoas» (15h27), mais tarde alterado para «Manifestação pela escola pública junta alguns milhares de pessoas em Lisboa» (18h45), e também: «No palco, o secretário-geral da FENPROF, Mário Nogueira, saúda a "massa de gente" que afirma estar no que diz ser uma "grande manifestação”. A seu lado marcam presença Catarina Martins do Bloco de Esquerda, Jerónimo de Sousa do PCP, Ana Benavente do PS, o secretário-geral da CGTP-IN Arménio Carlos e a presidente da Assembleia Municipal de Lisboa Helena Roseta, entre outros». As aspas dentro do texto são da autora da peça, e nada têm de inócuas.
Estive junto ao palco em que ocorreram as intervenções, e posso testemunhar que os oradores foram os seguintes: Mário Nogueira, da FENPROF, Diogo Teixeira Mendes, da Associação de Estudantes da Escola Secundária Lima de Freitas, Helena Roseta, da Assembleia Municipal de Lisboa, Isidoro Roque, da Federação Regional de Lisboa das Associações de Pais, Ana Sesudo, da Associação Portuguesa de Deficientes, Ana Benavente, ex. secretária de Estado da Educação, e Arménio Carlos, da CGTP.
Na edição em papel de hoje, o destaque dado à manifestação de ontem, comparado com o que foi atribuído à manifestação de semanas atrás, de sinal contrário sobre o mesmo assunto, confirma que a postura de Clara Viana coincidirá com a dos critérios editoriais da publicação no seu todo. Lamento que o Público escolha fazer informação sem rigor, a que passarei a chamar "notícias à moda de Viana", sem desprimor para os naturais das localidades que partilham este nome com o da autora da peça.
Na informação sobre a manifestação que levou milhares de cidadãos às ruas, a falsidade é grosseira, e facilmente descoberta pelo leitor mais atento ou informado: noutros, poderá ser mais subtil. Em qualquer das situações, a confiança dos leitores fica abalada. A credibilidade do Público, hoje, desceu muitos pontos no ranking da comunicação social livre e isenta.
É uma pena.

Com os meus cumprimentos,




Nota editorial:
Este texto enviado para o jornal "Público" e partilhado pela sua autora na sua página do Facebook é aqui publicado a nosso pedido com a devida autorização da autora.

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quinta-feira, outubro 09, 2014

Dia da Implantação da República - 5 de Outubro de 1910

5 de Outubro de 1910
5 de Outubro de 2014

104 anos de regime republicano em Portugal.


Sobre o Centenário da República:
http://www.centenariodarepublica.org

Documentário sobre o 5 de Outubro de 1910:
https://www.youtube.com/watch?v=7lG-soYcsuk&feature=share

Filme em duas partes sobre a Implantação da República em Portugal:
https://www.youtube.com/watch?v=N1K-EjbbnJg&feature=share
https://www.youtube.com/watch?v=dx5jw_sCNIs&feature=share

Antecedentes...

As Conferências Democráticas do Casino:
http://www.citi.pt/cultura/literatura/romance/eca_queiroz/conferencias_casino.html

O Partido Republicano Português (PRP):
http://www.infopedia.pt/$partido-republicano

A Carbonária:
http://www.citi.pt/cultura/literatura/poesia/j_g_ferreira/carbonar.html

O "mapa cor-de-rosa" e o "Ultimato Inglês":
http://ensina.rtp.pt/artigo/ultimato-ingles/

A primeira tentativa de implantar a República em Portugal. O 31 de Janeiro de 1891:
http://www.infopedia.pt/$trinta-e-um-de-janeiro-de-1891

O governo de João Franco:
http://www.vidaslusofonas.pt/joaofranco.htm

Filme sobre o Regicídio:
https://www.youtube.com/watch?v=pjRsL0vNQDM

Biblioteca Museu República e Resistência:
http://republicaresistencia.cm-lisboa.pt

Os presidentes da República na página do Museu da Presidência da República:
http://www.museu.presidencia.pt/presidentes.php 

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sexta-feira, novembro 30, 2012

Manifestos contra o medo no México

A Casa Comum das Tertúlias no México, na FIL de Guadalajara.

Aqui no jornal "Ja Jornada de Jalisco":


Em detalhe:

Mais, aqui e aqui.

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segunda-feira, novembro 05, 2012

Aristides de Sousa Mendes - O Cônsul de Bordéus (o filme), dia 8 nos cinemas

Na próxima quinta-feira, 8 de Novembro, nos cinemas: 
"Aristides de Sousa Mendes - O Cônsul de Bordéus":


Sobre o filme, aqui.

Sobre o Museu Virtual Aristides de Sousa Mendes, aqui.

Sobre a Fundação Aristides de Sousa Mendes, aqui.


Mais, aqui.

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sábado, outubro 06, 2012

A Casa Comum das Tertúlias celebra 11 anos com primeira iniciativa em Cáceres

Esta é apenas uma primeira abordagem da última iniciativa tertuliana...

A Casa Comum das Tertúlias celebrou no Ateneo de Cáceres, ontem, 5 de Outubro, os seus 11 anos de actividades, organizando a 5.ª apresentação do livro "Manifestos contra o medo: antologia de uma intervenção cívica", o evento cultural contou com a colaboração do Ateneo de Cáceres que acolheu a iniciativa. 
De Outubro de 2011 a Outubro de 2012, a CCT editou um livro e três cadernos, realizou 5 apresentações do livro, duas delas em Espanha, sendo esta a primeira na Extremadura espanhola, a que acresce a constante presença na Internet (Facebook, Twitter, blogosfera...).

Na mesa durante a apresentação do livro: Esteban Cortijo Parralejo (moderador e Presidente do Ateneu de Cáceres), Juan José Viola Cardoso (Cônsul Honorário de Portugal em Cáceres), Juan Manuel Valadés Sierra (apresentador e Director do Museu Provincial de Cáceres) e Luís Norberto Lourenço (autor; pela Casa Comum das Tertúlias). 
Fotografia de César David.

O autor com dois amigos e artistas: Sebastián Parrón (à esquerda na foto) e Cesar David (à direita).

Sobre o livro e sobre o caderno editado em castelhano a propósito do "Manifestos...": 
Este compendio es una intervención más de Luís Norberto Lourenço, un preliminar de su próxima edición en español, en el que integra una selección de textos de su obra Manifestos contra o medo, Antologia de uma intervenção cívica, que el autor ha juzgado la esencia de su libro. Éste a su vez, es el sumario de una incesante lucha en la que incide a favor de una sociedad más justa y participativa, de manera que, los textos ratifican las acciones muestra de la persistente intervención del autor. Es decir, la expresión escrita es sólo un medio para contender su activismo social, político y cultural. (...)
         Consolida y reúne  la percepción  de  quienes coinciden con el autor y  han leído su implícita propuesta, además de haber tenido la oportunidad de presentar el libro y que lograron rescatar entre líneas, un panorama del contenido de ésta antología que oscila entre diversas cuestiones actuales que afectan a la sociedad, encaminados a promover la cultura, a defender  las causas comunes en diversos ámbitos como la educación, la salud, la política así como los problemas que demanden una solución en el contexto actual.(...)      Por ende, Luís Norberto muestra su convicción de que es sólo a través de la participación de los individuos en la toma de decisiones, como se logrará la construcción de una humanidad más justa. Por todo esto Manifestos contra o medo constituye la ruptura del silencio de muchos que aun siguen presos por el miedo, el grito que pretende despertar a quienes aún permanecen sumergidos en la opresión del sistema dominante, la voz que incomoda a quienes permanecen indiferentes. (...)         En definitiva, asume su parte de compromiso como ciudadano, no es mero espectador ni sólo se manifiesta como agente político, sino que además deja plasmadas sus proposiciones a favor  de la democracia, hace escuchar su voz para contrarrestar el silencio y la apatía política. Es por esto que la obra es una sugerencia implícita y obligada a todo ciudadano universal que se decida por la trasformación de la sociedad con la consciencia del valor de su aportación.
Beatriz Mayor Serrano 
[Excerto do Prefacio a la segunda edición do caderno Manifestos contra o medo: antologia de uma intervenção cívica (Lecturas. Antología mínima)]

Esta publicação, o caderno, em breve estará em várias bibliotecas portuguesas e não só (em especial Espanha e América Latina).

Folheto do Ateneo de Cáceres, onde se divulgava actividade...

Detalhe do folheto...

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quinta-feira, setembro 06, 2012

Manifestos contra o medo: antologia de uma intervenção cívica (Lecturas. Antología mínima) no SCRIBD

Manifestos contra o medo: antologia de uma intervenção cívica (Lecturas. Antología mínima)

Luís Norberto Lourenço (Org.)
Textos de: António Borges Regedor, Carlos Casaquinha, Luís Norberto Lourenço, Luís Raposo e Teresa Sá Couto
Tradução: Luís Norberto Lourenço
Revisão da tradução: Beatriz Mayor Serrano e Ana Luísa Esparza Molína
Design da capa, paginação e grafismo: Hugo Landeiro Domingues


1ª Edição. Castelo Branco: Casa Comum das Tertúlias, 2012.
ISBN: 978-989-96187-5-6

Agora na íntegra e gratuito no SCRIBD.

Manifestos contra o medo. antologia de uma intervenção cívica. Lecturas. Antología

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